Expedição Francisco de Orellana 2026 - Parte 3

Período: Setembro de 2026

De Manaus até Santarém

De Manaus até Santarém


Atualizado em: 23 de setembro


A Expedição Francisco de Orellana 2026 prosseguiu de Tabatinga pelo rio Solimões, em direção a Manaus. No dia 14 de setembro, chegamos a Tefé, de onde partimos na madrugada do dia 16. Na tarde do mesmo dia, alcançamos Manaus, onde o Solimões se encontra com o rio Negro e passa a receber o nome de Amazonas. A partir daqui, começa a terceira etapa da expedição: seguir pelo grande rio até Santarém.

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17 de setembro

As atividades começaram com um café colonial. Em seguida, fomos visitar o Museu da Amazônia (MUSA).

O MUSA, fundado em janeiro de 2009, ocupa uma área de 100 hectares da Reserva Florestal Adolpho Ducke. Dedicado à pesquisa, à educação ambiental e à divulgação científica, oferece aos visitantes uma experiência de imersão na biodiversidade amazônica. Entre suas principais atrações estão as trilhas pela floresta, o orquidário, o borboletário, o serpentário, os aquários com peixes amazônicos e o lago das vitórias-régias. O destaque é a torre de observação de 42 metros de altura, com 242 degraus, de onde se pode contemplar a floresta acima das copas das árvores. 

 

A seguir, Stieger deixou-nos na região do porto e do centro histórico de Manaus. Alexandre, que residiu na cidade durante 9 anos, foi o meu guia turístico.

Manaus — História e atualidade

Manaus tem suas origens em 1669, quando os portugueses construíram o Forte de São José da Barra do Rio Negro, destinado a consolidar sua presença na região amazônica. Ao redor da fortificação surgiu um povoado que, ao longo do tempo, recebeu diferentes denominações. Em 1848, foi elevado à categoria de cidade, com o nome de Barra do Rio Negro. Em 1856, passou a chamar-se Manaus, em referência aos indígenas Manaós, que habitavam a região. Com a criação da Província do Amazonas, em 1850, tornou-se sua capital.

A cidade viveu seu período de maior prosperidade entre o final do século XIX e o início do século XX, durante o ciclo da borracha. A exploração do látex atraiu comerciantes, imigrantes e investimentos, transformando Manaus em um importante centro econômico. Dessa época são o Teatro Amazonas, inaugurado em 1896, o Mercado Municipal Adolpho Lisboa e outros edifícios que testemunham a riqueza daquele período. A concorrência da borracha produzida nas plantações asiáticas, entretanto, provocou uma profunda crise econômica a partir da década de 1910.

A recuperação econômica ganhou impulso em 1967, com a criação da Zona Franca de Manaus, que estabeleceu incentivos fiscais para atrair indústrias e estimular o desenvolvimento regional. A instalação do Polo Industrial de Manaus transformou a cidade em um dos principais centros industriais do Brasil, especialmente nos setores de eletroeletrônicos, motocicletas e bens de informática. Esse processo provocou um intenso crescimento populacional e uma rápida expansão urbana, acompanhados de desafios relacionados à infraestrutura, à habitação e ao meio ambiente.

Atualmente, Manaus é a capital do Amazonas e a maior cidade da Região Norte, com mais de dois milhões de habitantes. Situada às margens do rio Negro, próxima ao encontro de suas águas com as do Solimões, constitui um importante centro industrial, comercial, logístico e turístico da Amazônia. Além de seu patrimônio histórico, destacam-se atrações como o Encontro das Águas, o Teatro Amazonas e o Museu da Amazônia. A cidade também desempenha papel fundamental na pesquisa científica e nos debates sobre a conservação da floresta, conciliando sua importância econômica com os desafios do desenvolvimento sustentável.

 

Aproveitamos para comprar as passagens para Óbidos no ferryboat Imperatriz. Partiremos no sábado às 9h.

À noite, jantamos com o Ribeiro (Infantaria 1981) e sua esposa Luzia em excelente restaurante. Foi ótimo ver o Ribeiro se recuperando tão bem da grave enfermidade que sofreu recentemente.


18 de setembro

Stieger nos brindou com um lauto café da manhã. Tratamento VIP.

A seguir, Alexandre e eu fomos queimar calorias. Caminhamos 8,2 Km até a extremidade da Ponta Negra. O sol estava arrefecido pela fumaça que cobria a cidade, reduzindo muito a visibilidade. Mesmo assim, o calor estava forte e a humidade, muito alta.

Devido à vazante do rio Negro, a praia da Ponta Negra está bem larga, muito bonita. Mas a baixa visibilidade mal deixa ver a ponte à distância.

Ao regressar da caminhada, nos refrescamos na piscina do Stieger. Com a Bandeira do Brasil tremulando no mastro e camionete ali na garagem.

Chico adora água e nos fez companhia. Cacao rondava por ali, enquanto Leni permanecia no canil. Os três são pastores-alemães de raça pura.

Mais tarde, o Faber (Infantaria Turma de 79) se reuniu a nós e tivemos uma instrutiva  conversa sobre hábitos de vida saudável. Ele recentemente lançou o livro 'Desafiando o Alzheimer: minha história'. Já adquiri na Amazon e vou ler.

O dia foi encerrado com uma rápida ida ao Shopping Ponta Negra. Ao voltar para casa, Stieger serviu doses de licor e, inspirado no filme Jardins de Pedra, dirigido por Francis Ford Coppola em 1987,  brindou: 'A nós e aos que são como nós!', ao que respondemos 'Restam poucos!'.


19 de setembro

 De Iquitos a Manaus navegamos em lanchas rápidas. A experiência excedeu em muito nossas expectativas de conforto, qualidade e eficiência. Decidimos prosseguir em embarcação maior e mais lenta.

O embarque no ferryboat Imperatriz começaria às 7h para partir às 9h. Chegamos ao porto Roadway às 6h para tentar um camarote. A agência havia informado que era necessário embarcar antes de solicitar.  Queríamos o camarote por medida de segurança, não de conforto. Estávamos preparados para ficar em redes, mas teríamos que manter vigilância permanente sobre as mochilas.

Conseguimos o camarote. Tínhamos pago pela acomodação em rede 120 reais mais 16 reais da taxa de embarque. O preço subiu para mais de 800 reais. Eles chamam de suíte: quarto com beliche, banheiro, ar condicionado e geladeira. Muito luxo inesperado e imerecido.

 

Antes da partida, recebemos a bordo a visita do capitão QAO Pinheiro, ex-monitor do CIGS e velho amigo do Alexandre. Presenteou-nos com bonitos livros sobre as culturas indígenas.

 

Zarpamos na hora marcada.

 

Passamos pelo porto de grandes embarcações.

 

Fizemos um reconhecimento da embarcação inclusive a cafeteria no deck superior.

 

 

Chegamos ao encontro das águas dos rios Negro e Solimões, um espetáculo impressionante!

 

Passamos das águas pretas para as águas claras. Dezenas de quilômetros rio abaixo elas ainda não estão  completamente misturadas.

 

Descansamos nas redes para sentir a experiência. Aprovada, desde que esteja ventando. Sem vento o calor é quase insuportável.

 

 

Entardeceu. Jantamos. Ótimas instalações do restaurante, muito limpo. Comida muito boa por 30 reais.

 

Tomei um banho refrescante na suite. Vale destacar que há chuveiros coletivos na área de redes. Dormimos cedo. O ar condicionado precisa ser mantido em temperatura adequada, caso contrário gela o quarto por ser pequeno.

 


20 de setembro 

Noite muito escura, sem lua. Mas com muitas estrelas. Perguntei ao piloto se estava vendo algo à frente, disse-me que sim. Certamente a visão dele estava mais adaptada à escuridão que a minha. Ele também dispõe de um radar e de um holofote, que só acende em casos especiais.

Dormimos muito bem. Assistimos a novo nascer do sol sobre as águas. O céu estava azul, sem nuvens. A visibilidade, excelente.

 

O barco fez rápidas paradas em Parintins e Juruti.

À medida que avança, o rio fica mais largo. Verdadeiro 'rio-mar'. Registrei um ponto em que atinge 18 km de largura. A margem mais distante tornou-se um risquinho verde no horizonte. Quase sempre a largura varia entre 5 e 7 km. Em alguns trechos o vento forte provoca ondas de um metro ou mais de altura. Nesses casos, o barco reduz a velocidade.

 

 

Enquanto eu atualizava este site na cafeteria, o Alexandre lia na rede.

 

Passamos por embarcações de vários tipos e tamanhos. Tive que usar o zoom de 30x do celular para fotografar algumas ao longe.

 

Frequentemente vemos empurradores levando duas longas balsas carregadas com caminhões e conteineires. Navegam lentamente perto de uma das margens.

 

Um navio nos ultrapassou rapidamente.

 

Chegamos ao estreito de Óbidos, o ponto mais estreito do rio Amazonas, 'só' 1.800 metros de largura. Aqui o rio atinge profundidade entre 75 e 100 metros, dependendo do nível das águas. Algumas elevações na margem esquerda dominam o rio.

 

Desembarcamos na base Candiru fluvial, fora da cidade. Dispensamos o táxi e encaramos a estrada íngreme e poeira. Eram 14h 40min. O sol estava queimando. A temperatura 37o. graus à sombra. Minha mochila pesando 13 kg. A do Alexandre pesava uns 20 kg devido àquele 'livrinho' que ganhou do Pinheiro. É só dar uma olhada no 'tijolo' que ele prendeu atrás da mochila. E na sombra projetada no chão.

 

A marchinha básica de 3.200 metros em 45 minutos nas condições descritas levou-nos ao Hotel Samar, à beira do rio. Significa que subimos e descemos duas elevações. Chegamos ensopados de suor. Interessante é que há um porto a cem metros do hotel e várias embarcações de grande porte ancorados aí. Parece que a Imperatriz parou longe só para nos propiciar um bem merecido treinamento físico.

Outro aspecto que nos chamou a atenção: as ruas estavam completamente desertas. Se ficássemos sem roupa ninguém iria ver. Mais tarde perceberíamos que a cidade 'ressuscita' quando o sol esfria no fim da tarde.

Depois de descansar um pouco fomos conhecer a cidade. Segundo o ChatGPT, tem mais de 52 mil habitantes.

 

 

 

Os antigos fortes de Óbidos testemunham a importância estratégica da cidade na defesa da Amazônia. O lugar oferece condições privilegiadas para controlar a navegação e proteger o acesso ao interior da região. Desde o período colonial, os portugueses estabeleceram fortificações nesse ponto, posteriormente ampliadas e modernizadas durante o Império e a República. Entre elas, destacam-se o Forte de Santo Antônio dos Pauxis, origem do povoamento que deu lugar à cidade, e a Fortaleza de Gurjão, construída no século XIX. Essas estruturas integravam o sistema de defesa da Amazônia e permanecem como importantes testemunhos da história militar e da ocupação portuguesa na região.

Hoje visitamos o Forte Pauxis, situado em uma elevação em frente ao porto. Amanhã iremos à Fortaleza de Gurjão.

 

Em 1924, durante a revolta tenentista na Amazônia, Óbidos foi palco de confrontos entre militares rebelados e forças leais ao governo federal. A Fortaleza Gurjão resistiu aos ataques de navios e aviões governistas, mas os revoltosos acabaram se rendendo. Oito anos depois, em agosto de 1932, a guarnição militar da cidade aderiu à Revolução Constitucionalista, iniciada em São Paulo contra o governo de Getúlio Vargas. Os insurgentes assumiram o controle de Óbidos e avançaram pelo rio Amazonas, enfrentando as forças governistas na Batalha Naval de Itacoatiara, em 24 de agosto. Esses dois episódios demonstram que a importância militar de Óbidos não se limitou ao período colonial e imperial, estendendo-se às disputas políticas e militares das primeiras décadas da República.

Passamos pela Casa da Cultura. Estava fechada mas nos permitiram tirar algumas fotos na entrada.

A atual Casa da Cultura de Óbidos, também denominada Palácio José Veríssimo, funcionava originalmente como quartel do Exército Brasileiro, conhecido como Quartel General Gurjão.

O edifício foi construído pelo Governo Federal e inaugurado em 1909, para abrigar o 4º Batalhão de Artilharia de Posição. Posteriormente, foi ocupado pelo 4º Grupo de Artilharia de Costa. Com a desativação das atividades militares, em 1967, o prédio ficou abandonado e sofreu progressiva deterioração. 

O conjunto militar foi tombado como patrimônio histórico estadual em 1998. Após obras de restauração, o edifício foi destinado à Casa da Cultura, preservando um importante testemunho da história militar de Óbidos. 

A tarde caía e a cidade começava a ficar movimentada. Restaurantes, pizzarias e lanchonetes abriam e  colocavam mesas nas calçadas. Depois de comer uma boa pizza ali mesmo na praça em frente à Casa da Cultura, voltamos ao hotel.


21 de setembro

A Fortaleza Gurjão está localizada em uma colina coberta por mata a leste da cidade de Óbidos. Entre a cidade e a colina encontra-se o lago Pauxis. Como o nível das águas está baixo, apenas um furo de poucos metros de largura conecta o lago ao rio Amazonas. Mas é profundo. Precisamos pedir carona em canoas para atravessar na ida e na volta. Ambas as margens do furo são planas e barrentas. Abrimos caminho no lodo preto e malcheiroso, afundando uns 20 centímetros.

 

 

Com auxílio dos aplicativos Guru Maps e Wikilocs, encontramos a trilha. É nítida e um pouco íngreme. Aproximadamente 900 metros do furo até os canhões. Hoje encontram-se dentro da mata. Mal se avista o rio lá embaixo. Para dois amantes de história valeu a pena. Muito interessante! Apesar de completamente pixados, para nossa tristeza.

 

Antes de regressar ao hotel, nos livramos do lodo lavando os tênis no rio. Mesmo assim, deixamos um rastro de lama da entrada do hotel até nosso quarto (só vimos depois, ao sair).

Às 16h 40min, embarcamos em lancha rápida com destino a Santarém. O pior deslocamento fluvial até agora. A lancha era pouco maior que um ônibus. O problema é que pegamos forte banzeiro por quase todas as 3 horas de viagem. Bateu de verdade.

 

Desembarcamos em Santarém às 19h 40min. Esperáva-nos o Mayrlan, velho amigo do Alexandre. Percorreu a cidade mostrando-nos os pontos principais. Logo jantamos no excelente restaurante Rayana em companhia de sua esposa Tamar e de seu filho João. Foi ótimo estar com eles. O João tem 14 anos e gosta muito lo Alexandre.

 

 

 


22 de setembro

O dia foi intenso. Iniciamos com uma caminhada de 3,5 km pela orla do rio, seguindo até o Terminal Hidroviário, um edifício bem moderno com ares de aeroporto. Pedimos informação sobre barcos para Belém. Estranhamos saber que o próximo barco seria na 5a à noite e não havia suítes disponíveis. O barco seguinte seria na 6a feira à noite, também sem suítes disponíveis. Decidimos ir para Macapá no São Bartolomeu III partindo 4a feira às 18h. Passagem em rede no valor de 350 reais cada. Suite para 2 = 1100 reais. Optamos por suite, outra vez por segurança e comodidade. Regressamos a pé completando 7 km. Num sol muito forte e calor de rachar.

 

O encontro das águas verdes do rio Tapajós com o caudal marrom do Amazonas é tão marcante quanto o encontro dos rios Negro e Solimões. E fica justo em frente à cidade.

 

Subimos a escadaria que acessa uma pequena praça onde também existem velhos canhões.

 

Vale também ressaltar a presença de grandes navios na foz do rio Tapajós e a grande quantidade de embarcações de todo tipo e tamanho. Dois empurradores conduzindo compridas balsas atrairam nossa atenção. Eram 4 ou 5 balsas, atingindo mais de 150 metros de comprimento cada um. Fomos informados que transportavam soja.

 

Em seguida, a Tamar nos levou a seu apartamento para comer 'unhas de caranguejo', preparadas segundo receita especial de sua mãe. Estavam realmente deliciosas. Aproveitei para provar uma cachaça local com jambu também muito boa. Enquanto isso, Alexandre entabulava animada conversa com o João, enquanto assistiam a um filme. A seguir, levamos o João à escola e fomos almoçar em outro ótimo restaurante: o Piracema. Provamos um delicioso pirarucu defumado, especialidade da cozinha paraense.

O Mayrlan se uniu a nós. Logo após o almoço levou-nos para as praias do 'Caribe Brasileiro'. No caminho, passamos por Pontas de Pedras, um lugar paradisíaco. Larga e extensa faixa de areia branca e fina. Água morna. Turistas que vêm de Alter do Chão em passeios de barco. O Alexandre resolveu imitar uma conhecida estátua de Pedro Teixeira.

 

Próxima de Pontas de Pedra, a lagoa de Itapari é um espetáculo à parte.

 

 

Em seguida, Alter do Chão.

 

Na água havia um ET. Não! Espere... era o Alexandre! Se viesse o sol que ele esperava, todos morreríamos queimados.

 

 

O Alexandre ainda foi posar em frente ao sairé, entre os botos cinza e rosa, que motivam a festa local. A Festa do Sairé, realizada anualmente em Alter do Chão, é uma das mais tradicionais manifestações culturais e religiosas da Amazônia. De origem indígena e posteriormente incorporada às celebrações católicas pelos missionários, a festa reúne elementos de devoção religiosa, música, dança e tradições populares. Um de seus símbolos mais característicos é o sairé, arco de madeira ornamentado que representa a Santíssima Trindade. Ao longo do tempo, a celebração ganhou também um forte componente folclórico, sobretudo com a disputa entre os botos Cor-de-Rosa e Tucuxi, apresentada em grandes espetáculos de música, dança e alegorias. Realizado geralmente em setembro, o Sairé atrai milhares de visitantes e constitui uma das principais expressões da identidade cultural de Alter do Chão e da região do Baixo Amazonas.

 

Logo regressamos ao hotel. Dia longo, cansativo e altamente compensador. Graças ao imerecido tratamento VIP que recebemos da Tamar e do Mayrlan. Somos muito gratos.

 


23 de setembro

Hoje foi um dia mais tranquilo. Esta manhã percorremos toda a orla calçada do rio ida e volta, 7.130 metros. Subimos e descemos a escadaria três vezes. Como sempre, sol e calor batendo forte. Protetor solar é essencial. Bom treinamento para a próxima ida ao Vale do Pati no próximo mês. 

Descansamos. Arrumamos as mochilas e fomos almoçar no Piracema. O Mayrlan nos encontrou lá. Levou-nos para conhecer o hotel Casa do Saulo às margens do Tapajós. Excepcional.

 

Depois passamos no condomínio ecológico em que ele tem um lote e construirá sua casa dentro de algum tempo. Já existem algumas casa prontas, além de uma ótima área de lazer, às margens do rio. Praia maravilhosa.

 

Ele nos deixou no porto onde embarcamos. Despedimo-nos agradecidos pela atenção e o tratamento VIP. Esperamos voltar.

Embarcamos no São Bartolomeu III com destino a Macapá. Devido ao embarque tardio de 3 jet skis e 3 carros, partimos com 1 hora e 10 minutos de atraso. O deck de carga lotado com uma miscelânea de materiais de todo tipo: veículos, bebidas, frutas, verduras e peixes em caixas de inoportuno. A ancoragem dos veículos parece demasiado frágil. Espero que tenham experiência e saibam o que estão fazendo.

 

 

 


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